Afinal o que é o Movimento Zeitgeist?

Consultando o site de Portugal – para facilitar a compreensão para os que não têm tanta facilidade em perceber idioma estrangeiro- lê-se:

“O Movimento Zeitgeist não é um movimento político, nem tão-pouco reconhece nações, governos, raças, religiões, credos ou classes. Estas distinções são incoerentes e obsoletas, estando longe de serem factores positivos para o verdadeiro desenvolvimento e potencial humano. As suas bases assentam na divisão de poder e na estratificação, não na igualdade e união, que são os nossos objectivos. Se é importante perceber que tudo na vida é o resultado de um progresso natural, devemos também reconhecer que a espécie humana tem a habilidade de drasticamente reduzir ou paralisar este progresso, através de estruturas sociais obsoletas, dogmáticas, e consequentemente, desalinhadas da própria natureza. O mundo a que assistimos hoje, repleto de guerra, corrupção, elitismo, poluição, pobreza, doenças epidémicas, abusos dos direitos humanos, desigualdade e crime é o resultado dessa mesma paralisia social.

Wake up

O movimento prossegue a consciência, advogando desta maneira uma evolução fluida e progressiva, tanto a nível pessoal, como social, tecnológico e espiritual. Ele reconhece que a espécie humana caminha naturalmente para a unificação, em razão de um comum entendimento empírico de como a natureza funciona e de como nós, humanos, fazemos parte integrante deste processo a que chamamos “vida”. Se bem que este caminho existe, ele encontra-se infelizmente obstruído e ignorado pela maioria populacional humana, os quais continuam a perpetuar modos de conduta e associações antiquadas e degenerativas. É esta irrelevância intelectual que o Movimento Zeitgeist espera ultrapassar graças à educação e à acção social.

Zeitgeist temas

O objectivo é rever a sociedade de hoje de acordo com os conhecimentos actuais, não só fomentando a consciência quanto às possibilidades tecnológicas e sociais existentes, para as quais muitos foram condicionados a pensar serem “impossíveis” ou contra a “natureza humana”, mas também providenciar um caminho para ultrapassar estes elementos perpetuados por um sistema de sociedade obsoleto.

Uma reparo importante de fazer é o de que, muitas das ideias deste movimento derivam do “Projecto Vénus”, dirigido pelo engenheiro social e designer industrial, Jacque Fresco. Este último trabalhou durante grande parte da sua vida a criar os instrumentos necessários para redesenhar um mundo no qual se erradicaria a guerra, a pobreza, o crime, a estratificação social e a corrupção. As suas noções não são nem radicais nem complexas. Elas não impõem uma interpretação subjectiva para a sua formação. Assim sendo, a sociedade imergiria enquanto que reflexo da natureza, com as suas variáveis já inerentemente predeterminadas.

O movimento não é uma construção centralizada.

Não existimos para liderar, mas para organizar e educar.Obrigado pela leitura.”

Refrescante ideia e objectivos.Tem ainda para além de alguns  tópicos interessantes, videos esclarecedores de um Projecto chamado “Projecto Vénus” de Jacque Fresco autor de “Futur by Design”

Jacque Fresco

Future by Design

e sobre o autor dos filmes Zeitgeist, Peter Joseph e as suas análises e perspectivas de soluções globais.Determinantes para podermos ter um futuro melhor.

Peter Joseph

Os   temas que aborda no seus filmes vão desde a economia á religião e  algumas informações são surpreendentes.

Do filme constam ainda intervenções muito interessantes de

Jiddu Krishnamurti

J.Krishnamurti

filósofo e místico que inspirou uma geração, que abordou temas como :

revolução psicológica, meditação, conhecimento, relações humanas, a natureza da mente e a realização de mudanças positivas na sociedade global

Os videos podem ser vistos e download gratuitamente aqui:

http://www.zeitgeistportugal.org/capitulo/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=9&Itemid=11

e do Zeitgeist Addendum aqui:

http://sector.yweb.sk/Zeitgeist.Addendum.DVDRip.XviD.torrent

Numa carta em jeito de manifesto   um dos membros – ” André ascmenow”, o seu avatar- uma mensagem simples e modesta  escreve:

“O mundo não está dividido entre os ricos e os pobres, os democráticos e os não-democráticos, os capitalistas e os comunistas, os azuis e os amarelos, “whatever”, mas sim entre os que querem possuir e os que querem partilhar. Parece-me agora tão simples como isso.

Os que querem possuir estão, no entanto, com grande ascendente nos dias que correm, e muita dessa ascendência tem a ver com o sistema monetário que, aliás, depende quase exclusivamente do direito à posse. Ao partilhar o acesso à satisfação das necessidades, estar-se-á a prescindir da troca de bens e serviços por dinheiro, logo a destruir a economia tal como a conhecemos. Mas é isso precisamente que significa viver em comunidade: todos contribuem com alguma coisa, todos retiram daí os frutos que necessitam. Uma noção tão antiga quanto a própria espécie humana, mas tão esquecida e sub-avaliada hoje em dia. Aliás, não constitui somente uma “noção” (no sentido de alguma abstracção artificial), mas é efectivamente um fenómeno bastante natural, principalmente há uma compreensão profunda do que realmente nos une como seres humanos e como espécie inserida no ecossistema global.

Não sou um “bicho” político. Nunca fui, nunca serei. Não acredito na “política”, não tenho estofo para psicólogo, não tenho “pedigree”, não sou um vendedor de coisa alguma. No entanto, sinto profundamente que devo tentar fazer algo para mudar o estado das coisas; senão…o que faço? Olho para o lado? Finjo que não tem nada a ver comigo? Assumo confortavelmente que deverão ser outros a cuidar deste problema, tão penetrante e dolorosamente real que até dói só de pensar? Obviamente que não será sozinho, nem nunca poderia ser sozinho, mas alguma contribuição tenho de conseguir dar, pois é como aquele princípio básico: “Se nada fizeres, nada acontece”. E não deverá interessar de onde vens, o que fazes ou que idade tens. Que justificação poderá haver para não se contribuir para a resolução de um enorme problema que nos afecta a todos?

Claro que a pergunta subsiste: O que fazer? O jogo económico está totalmente instalado e praticamente todos os seres humanos no planeta o jogam, quer queiram quer não, quer disso tenham ou não consciência. Se uma determinada pessoa sai do sistema, negando ou desacreditando o dinheiro (sob qualquer moeda de troca simbólica) que o move, despede-se de todo e qualquer bem e serviço que qualquer outra pessoa lhe possa fornecer, alguns deles essenciais à sua sobrevivência; não será, portanto, como sair de um jogo de cartas em que se terá notado que está viciado e onde se pratica a batota generalizada: levantar-se da cadeira, dizer adeusinho e continuar com a sua vidinha. Não. Aqui, sair significa, para a maior parte das pessoas, simplesmente morrer. Ligámos o jogo económico à nossa capacidade para sobreviver, e isso está a dar cabo de nós. É muito difícil sobreviver inteiramente sozinho, sem depender de mais ninguém, a não ser talvez, um super crânio em mecânica e electrónica, que consiga construir um arraial de robots que lhe produzam tudo o que necessita para sobreviver…e terá de conseguir o livre acesso ao terreno onde realizá-lo, onde ir buscar os recursos para o fazer. Além disso, terá de o fazer de modo continuado, auto-sustentável e auto contido, pois não poderá, novamente, contar com mais ninguém, se porventura lhe faltar algum recurso. Já se não for apenas uma pessoa e se estiver garantido o terreno necessário, com os recursos suficientes, e implantada a tecnologia sofisticada em quantidade para satisfazer as necessidades desse grupo de pessoas…talvez aí já seja possível uma retirada estratégica do sistema monetário. Na direcção de um sistema baseado nos recursos. Se calhar parece-te um futuro impossível, mas confessa, não gostarias de o ver concretizado? Uma sociedade livre da pressão claustrofóbica do sistema monetário, das suas desigualdades e injustiças, dos seus paradoxos e permanente sofrimento, da sua arbitrariedade e total desconexão com o mundo natural (que o sustenta). Não estou a falar de lutar contra o sistema, não estou a falar de o reformar (não acredito na sua “reformabilidade”)…Estou a falar de uma saída, de uma alternativa, tal como abandonar o jogo de cartas de há pouco. A diferença é que há que garantir as condições necessárias à sobrevivência do grupo (que aceitar fazê-lo), de forma totalmente autónoma, antes de o fazer. Pode sair cara (em termos financeiros) a criação dessas condições, dentro da presente economia de mercado, mas depois de feito…é partilhar, partilhar, sem cheques, sem cartões de crédito, sem dívidas, sem exploração, sem degradação ambiental, sem toda a sequência interminável de abusos que o sistema monetário permite e fomenta.

Junta-te ao Zeitgeist. Se calhar à partida poderás não ver grande motivo para o fazeres; poderás eventualmente pensar que é incongruente, que não segue, digamos, as tuas crenças espirituais, que é muito técnico e intelectual e, se calhar, algumas destas coisas até poderão ser verdadeiras (pelo menos a parte “intelectual”), mas acho inegável que o movimento pretende efectivamente gerar uma alternativa viável ao sistema monetário, que é honesta a sua pretensão de querer criar condições de vida dignas para todos os seres humanos, fora do sistema monetário, garantindo também a sustentabilidade ambiental (como, aliás, não podia deixar de ser). Claro que irás perguntar: “Mas o que é que já fizeram?” ou “O que é que realmente andam a fazer?” ou mesmo “O que é que já aconteceu de relevante?” De momento, aparentemente, à data da informação a que já acedi, trata-se, aparentemente, de um movimento essencialmente de comunicação, de uma “máquina” de disseminar esta ideia, de procura na mudança das mentalidades. Não será propriamente, que eu saiba e até ao momento, um movimento que já tenha dados passos físicos, como por exemplo arranjar o terreno para a primeira “experiência”, ou convencer um grupo qualquer de magnatas a investir, pela causa, em maquinaria para automatizar processos e ajudar a garantir a sobrevivência da população da “experiência”. Por outro lado, e tendo em conta a juventude do movimento, até me parece que até têm feito muita coisa, nem que seja pela força da agregação de pessoas que tem mostrado e na extensão geográfica da disseminação da mensagem (claro que a Internet ajuda bastante).

O maior problema com o Zeitgeist, enquanto condicionado pelo sistema monetário, como aliás a maior parte dos restantes movimentos, empresas, pessoas, salvo raras excepções (ricos e muito ricos), é mesmo a falta de dinheiro…Pois, por mais paradoxal que possa parecer, prescindir do dinheiro é algo que necessita de muito dinheiro…(para “dar a agnição”) É triste, mas é verdade. Mas também, por outro lado, se e quando acontecer (espero sinceramente que sim), será uma última e derradeira cedência ao sistema monetário.

Porque é necessária a contribuição de todos, nem que seja apenas para gerar ‘massa crítica’.

“André ascmenow”

Numa altura em que andamos todos ( ou quase todos) literalmente “aos papeis”, sem soluções á vista para a crise mundial em todos os quadrantes, acho uma boa ideia dar uma olhada ao site(http://www.zeitgeistportugal.org/) antes de tirar conclusões.  Há aspectos que podem parecer utópicos, mas outras ideias no passado também foram assim classificadas antes de se provar que estavam no bom caminho. Para já agradou-me a forma democrática com que se relacionam e a ausência de hierarquias em pirâmide.Pode ser uma via a ponderar e juntar aos Movimentos que existem de real boa vontade e transparência. Why not?…

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ManifestoSussex 2010

Neste caso , nem vou traduzir .Desculpem. Há pela net sites ou blogs que já devem tê-lo feito e a minha urgência é postá-lo aqui, porque quanto mais gente souber melhor.E, á semelhança de todos os outros, nos anos anteriores, um documento muito importante para todos nós. Não deixem de lhe prestar atenção.

A Manifesto to Make Innovation Deliver for Development

Source: Institute of Development Studies
Julia Day
Reuters and AlertNet are not responsible for the content of this article or for any external internet sites. The views expressed are the author’s alone.

Billions spent yet millions live in poverty: Radical change needed in science, technology & innovation Out-of-date innovation policy is undermining unprecedented opportunities for development aid to improve the environment and combat global poverty, according to a new Manifesto published today. We live in an era of rapid scientific advance yet poverty is deepening, the environment is in crisis and progress towards the Millennium Development Goals has stalled. In the report, Innovation, Sustainability, Development: A New Manifesto, researchers at the UK’s STEPS Centre argue a radical and urgent shift in the global innovation agenda is needed to ensure the future success of development initiatives. A shift not only in scientific innovation – or new ways of doing things – but in related ideas, institutions and practices. At this month’s G8 summit in Canada world leaders’ attempts to kick-start a global economic recovery may mean the maintenance of their commitments to the poor take a back seat. However innovation can offer a vital key to not only economic growth, but to poverty alleviation and environmental sustainability as well. The Manifesto offers a series of practical recommendations to deliver more effective, transparent and accountable policies that help empower those most in need. “Meeting the interlinked global challenges of poverty reduction, social justice and environmental sustainability is the great moral and political imperative of our age,” said Professor Andy Stirling, co-director of the STEPS Centre. “Our vision is a world where science and technology work more directly for social justice, poverty alleviation and the environment. We want the benefits of innovation to be widely shared, not captured by narrow, powerful interests

This means reorganising innovation in ways that involve diverse people and groups – going beyond the technical elites to harness the energy and ingenuity of users, workers, consumers, citizens, activists, farmers and small businesses,” said Professor Stirling. To achieve this vision, the Manifesto makes recommendations across five areas for action: agenda-setting; funding; capacity-building; organizing; and monitoring, evaluation and accountability. Recommendations include: (Full list in Areas for Action section of the Manifesto). > Establish national ‘Strategic Innovation Fora’ that allow diverse stakeholders – including citizens’ groups and social movements representing marginalised interests – to scrutinise investments in science, technology and innovation and report to parliaments. > Establish an international ‘Global Innovation Commission’ under a United Nations umbrella to facilitate open, transparent political debate about major technology investments with global or trans-boundary implications, north-south technology transfers and aid geared to science, technology and innovation.

E tu, que esperas?

Require public and private bodies investing in science, technology and innovation to increase transparent reporting which focuses on poverty alleviation, social justice and environmental sustainability. > Increase investment in scientific capacity-building that trains ‘bridging professionals’ who connect research and development activity with business, social entrepreneurs and users. > Enhance incentives for private sector investment in innovation geared towards poverty alleviation, social justice and environmental sustainability, such as advance purchase agreements, technology prizes and tax breaks. Global annual spending on research and development exceeds a trillion dollars, with military as the single largest expenditure. Yet every day more than a billion people go hungry, 4,000 children die from waterborne diseases and a thousand women die in pregnancy and childbirth.

Science, technology and innovation are crucial in combating poverty and environmental catastrophe, but a shift away from private profit and military aims towards more diverse and fairly distributed forms of innovation geared towards greater social justice, is urgently needed. Innovation, Sustainability, Development: A New Manifesto is launched on the 40th anniversary of the ‘Sussex Manifesto’, written for the UN by researchers from the STEPS Centre’s home institutions of the Institute of Development Studies and SPRU Science and Technology Policy Research at the UK’s University of Sussex. ENDS NOTES TO EDITOR: � Innovation, Sustainability, Development: A New Manifesto is available to download online from 15 June at http://anewmanifesto.org/ along with an enhanced multimedia version. Hard copies of the Manifesto and a CD of the Multimedia Manifesto are available upon request. � Available for interview STEPS director Professor Melissa Leach, STEPS co-director Professor Andy Stirling Manifesto and Manifesto project convenor Dr Adrian Ely � Images and video available upon request � Background publications, multimedia, wiki-timeline, history at http://anewmanifesto.org/ THE STEPS CENTRE (Social, Technological and Environmental Pathways to Sustainability) is a major interdisciplinary global research and policy engagement hub uniting development studies with science and technology studies. We aim to develop a new approach to understanding, action and communication on sustainability and development. The STEPS Centre is collaboration between the Institute of Development Studies and SPRU Science and Technology Policy Research at the University of Sussex with a network of partners in Asia, Africa and Latin America and is funded by the Economic and Social Research Council. Find out more at http://www.steps-centre.org and follow updates from STEPS on Twitter (@stepscentre). The ESRC The Economic and Social Research Council (ESRC) is the UK’s largest organisation for funding research on economic and social issues. It supports independent, high quality research which has an impact on business, the public sector and the third sector. The ESRC’s planned total expenditure in 2009/10 is �204 million. At any one time the ESRC supports over 4,000 researchers and postgraduate students in academic institutions and independent research institutes. You can also follow updates from the ESRC on Twittter (@ESRC).


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Estado do Mundo

A Declaração do Milênio, da ONU, aprovada por 189 países em setembro de 2000, expressa a decisão da comunidade internacional de reduzir à metade, até 2015, o número de pessoas que vivem com menos de um dólar por dia. De acordo com o “World Development Report”, porém, em muitos países, onde as taxas de crescimento foram negativas, o avanço econômico permanece abaixo do nível considerado necessário para se atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

Um bilhão e meio de pessoas no mundo continuam abaixo da linha da pobreza, sobrevivendo com menos de US$ 1,25 por dia. O compromisso com investimentos internacionais destinados à diminuição do fosso e da desigualdade social entre populações de elevado consumo, que movimentam mercados concentrados, e o 1/5 da humanidade que luta para sobreviver, é um desafio a ser enfrentado.

poor child

Tal esforço, porém, resultaria apenas parcialmente bem sucedido na ausência de uma equação capaz de frear o consumismo concentrado e impulsionar o quanto antes o consumo sustentável – equação esta que passa, entre outros fatores, por uma profunda mudança cultural e comportamental. Tal mudança na cultura do consumo é a proposta trazida ao debate pelo Estado do Mundo 2010, relatório anual do WWIWorldwatch Institute, editado há 28 anos consecutivos em cerca de 30 idiomas e publicado em língua portuguesa no Brasil desde 1999 pela UMA-Universidade Livre da Mata Atlântica, representante do WWI no Brasil.

Neste ano, a edição se faz em parceria com o Instituto Akatu, organização que se destaca no trabalho pela transformação do comportamento do consumidor como fator essencial, dentro do tripé empresa–governo–sociedade civil, para o encaminhamento de soluções voltadas para a sustentabilidade. Essa transformação, urgente, tem como pilar uma maior conscientização do consumidor quanto às consequências de seus atos de consumo.

Nesse passo, é também fundamental levá-lo a perceber que, em adição a buscar maximizar os impactos positivos e minimizar os negativos de seus próprios atos individuais, cabe a ele mobilizar outros consumidores na direção de um consumo consciente; apoiar o esforço das melhores empresas em responsabilidade sócio ambiental, pressionando-as diretamente e comprando os seus produtos, assim como valorizando as novas tecnologias por elas desenvolvidas; e pressionar os governos na direção de uma atuação administrativa própria mais sustentável, do provimento de serviços que facilitem a ação do consumidor consciente (por exemplo, a coleta seletiva de resíduos) e da regulação e legislação referentes aos atributos dos produtos e à operação das empresas. Dessa maneira, o consumidor consciente terá um papel expandido para muito além de seus gestos individuais.

Integrando de modo concreto os esforços no sentido dessa mudança cultural tão indispensável e da co-relata democratização da informação, o WWI, com o apoio do Instituto Akatu, disponibiliza para download gratuito, em língua portuguesa, o presente relatório anual. Assim, executivos de empresas e responsáveis governamentais, estudiosos, jornalistas, pesquisadores, professores e alunos de instituições públicas ou privadas, têm à sua disposição análises, pesquisas, dados, informações e estatísticas confiáveis, abrangentes, muitas vezes inéditos, de extensão planetária, capazes de municiá-los em seu empenho não só pelo necessário cumprimento das metas do milênio como também por uma mudança imediata, aprofundada a cada dia, em favor de uma vida mais saudável, ambiental e socialmente responsável, rumo a um mundo sustentável que, dessa forma, poderá passar do sonho à realidade.

Eduardo Athayde
Worldwatch Institute-BrasilHelio Mattar
Instituto Akatu

No relatório do World Watch Institute   “O Estado do Mundo- Transformando Culturas do Consumismo á Sustentabilidade”, podem ler-se que 1/6 da humanidade consome 78% de tudo o que é produzido no mundo.

Outras informações, levam-nos rápidamente a concluir que se desta vez _ que já! hoje! – não tomarmos uma atitude responsável a tragédia pesará nas nossas consciências como HOMICIDIO  VOLUNTÁRIO.

Dois links para poderem ler ou download:

http://www.terradedireitos.org.br

(/um-sexto-da-humanidade-consome-78-de-tudo-que-e-produzido-no-mundo/)

e

www.worldwatch.org.br/

(estado_2010.pdf)

Dos “Objectivos do Milénio para 2010” constam tópicos :

MILLENNIUM
DEVELOPMENT GOALS

Os que têm mais, tem obrigação de ler e planear as suas estratégias de ajuda para colocar em prática  AGORA!

Este não é um post que permita duas opiniões contrárias… Ou é?

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Microcosmos

A Natureza vista de uam forma  inédita! Pequenos animais em tamanho gigante e a possibilidade de observar  como a vida deles pode ser tão interessante quanto qualquer filme de ficção científica. Dirigido e concebido pelos biológos franceses Claude Nuridsany e Marie Pérennou, “Microcosmos” levou mais de 15 anos para ficar pronto, entre pesquisa e desenvolvimento de equipamentos. O resultado é um belíssimo espetáculo de cores e “efeitos especiais” naturais.Inesquecível! A não perder.

Ah e é de domínio público, pode fazer download se quiser.microcosmos

http://www.archive.org/details/Pfilosofia-microcosmos320″>http://www.archive.org/details/Pfilosofia-microcosmos320</a>

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Um barómetro de emoções

Jonathan Harris busca dar sentido ao mundo emocional da Web. Com grande compaixão pela condição humana, seus projetos varrem a Internet para descobrir que todos nós estamos sentindo e procurando. 

É um artista e cientista de informática e produz arte online que capta a expressão global e nos dá uma ideia da “alma” da internet.

“We feel fine” é um programa interessante que, como vão ver na apresentação TED , busca e encontra as frases que toda a gente no mundo produz nos seus blogs, que use a palavra feel e através dessa busca agrupa e faz estimativas de como o mundo internáutico se sente. Mas não é só.

We feel fine

.Vale a pena  experimentar e andar por lá no espaço internáutico…

http://www.wefeelfine.org/

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Deus, o Universo e tudo o resto

Em 1998 uma “talk show” com três diferentes personalidades conhecidas do público em geral:

Stephen Hawking, Carl Sagan y Arthur C. Clarke, sobre a grande teoria unificada das leis que governam o  Universo.

Legendas em espanhol foi o melhor que se pôde arranjar. Enjoy!

Carl Sagan
http://es.wikipedia.org/wiki/Carl_Sagan

Stephen Hawkin

http://es.wikipedia.org/wiki/Stephen_…

Arthur C.Clarke

http://es.wikipedia.org/wiki/Arthur_C…

Um  site espanhol para saber mais:

http://www.docuciencia.es/

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Design Inteligente

O único debate válido sobre Design Inteligente

Moderador: Estamos aqui hoje para debater este assunto controverso que
é Evolução versus Design Inte…

(Cientista puxa um bastão de basebol)

Moderador: Ei, o que você está fazendo?

(Cientista quebra a rótula do proponente do Design Inteligente)

Proponente do ID: IIIAAAAAARRRRRRGGGGHHHHH!!! VOCÊ QUEBROU MINHA RÓTULA!

Cientista: Pode parecer que eu quebrei a sua rótula. De fato, toda
evidência mostra que a hipótese é correta. Por exemplo, sua rótula
está quebrada; parece um ferimento recente; e eu estou segurando um
bastão de basebol espirrado com seu sangue. Entretanto, o simples
predomínio da evidência não explica nada. Possivelmente, sua rótula
foi projetada desse jeito. Certamente, há algumas características na
situação atual que são inexplicáveis, de acordo com a assim chamada
explicação “naturalista” que você antecipa, como os contornos exatos
de dor insuportável que você está sentindo neste momento.

Proponente do ID: AAARRRGHHH! A DOR!!

Cientista: Francamente, eu acho completamente implausível que os atos
aleatórios de um cientista como eu poderiam causar essa dor em
especial. Não tenho uma explicação precisa de por que eu acho a
hipótese implausível — ela simplesmente é. Sua rótula deve ter sido
projetada dessa maneira!

Proponente do ID: SEU DESGRAÇADO! VOCÊ SABE QUE FEZ ISSO!

Cientista: Certamente que não sei. Como podemos ter certeza de
qualquer coisa? Honestamente, acho que deveríamos expor as pessoas a
todos os pontos de vista. Além disso, você deveria checar se sua
hipótese é científica de fato: a quebra de sua rótula é um
acontecimento passado, então não há como voltarmos no tempo e ver o
que aconteceu de novo, como um experimento de laboratório. Mesmo se
pudéssemos, isso não provaria que eu quebrei sua rótula antes. E não
vamos nem tocar no fato que o universo inteiro pode ter surgido do
nada no instante em que eu disse esta frase, com toda a evidência do
suposto ataque já pré-fabricada.

Proponente do ID: Isso é um monte de bobagem! Me chamem um médico e um
advogado, não necessariamente nesta ordem, e vamos ver como isso fica
na justiça!

Cientista (para a audiência): E assim vemos, senhoras e senhores, que
quando a coisa pesa pro lado deles, proponentes do Design Inteligente
não acreditam realmente em nenhum dos argumentos em que eles dizem
acreditar. Quando lhes favorece, eles preferem a evidência, o método
científico, hipóteses testáveis e explicações naturais. De fato, eles
incisivamente preferem explicações naturais sobre bobagens
supernaturais ou metafísicas. É apenas sob o campo de distorção de
realidade de sua cruzada ideológica que eles dão crédito aos tolos e
ridículos argumentos que vemos tão comumente sendo usados. Preciso
confessar, até que fez bem, uma vez, ser quem está falando as bobagens
sem sentido; é tão terrivelmente fácil e relaxante, comparado ao
trabalho em rigorosos argumentos suportados por evidências empíricas.
Mas tenho medo que, se eu continuar, vai se tornar um hábito ruim para
minha alma. Portanto, eu lhes dou adeus.

( http://www.humornaciencia.com.br)

O texto acima tem a autorização de tradução do original em  http://abstractfactory.blogspot.com/2005/10/only-debate-on-intelligent-design-that.html

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